Apostar na "unidade" é a proposta de Walmir Pinto (PDT), candidato a vice-prefeito de Suzano pela chapa de Rodrigo Ashiuchi (PR). Com experiência durante o governo petista do ex-prefeito Marcelo Candido (sem partido), ele acredita que a união é a melhor forma de governança.
"Meu compromisso é com a cidade de Suzano e com a aliança pela qual eu e o Rodrigo nos candidatamos nas eleições municipais de 2016. As demandas do município são tantas que é completamente inviável eu ou ele querermos dividir tarefas. Somos, praticamente, um só. Vamos governar juntos, decidir juntos", assegura.
Walmir tem 55 anos e vem de uma família de quatro irmãos. É filho do comerciante Joaquim Pinto Filho, já falecido, e da dona de casa Nilza Rosa da Silva Pinto, de 74 anos. O pedetista passou parte da infância na rua Benjamin Constant, na região central da cidade. Também morou nos bairros Parque Maria Helena, Vila Maria de Maggi e Jardim Imperador. 
Seus familiares foram os primeiros a morar no Parque Maria Helena, bem como no Jardim Boa Vista e parte do distrito de Palmeiras. Walmir Pinto estudou nas escolas estaduais (E.E.) "Professor Geraldo Justiniano de Rezende e Silva" e "Professor Raul Brasil" e no "Liceu Santo Antônio" - todas de Suzano.
Casado com a economista Solange Ferreira de Carvalho Pinto, Walmir é formado em Jornalismo, pela Universidade Braz Cubas (UBC), em Artes Cênicas, pela Escola Proscênio de Teatro, e em Gestão Pública de Cultura, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Trabalhou por anos como professor de teatro, fez novelas e teve comércios em Suzano.
Ele disputou sua primeira eleição em 1992, sendo eleito suplente de vereador. Em maio de 1995, assumiu uma cadeira na Câmara. Mas foi como secretário municipal de Cultura, no governo de Marcelo Candido, que ele obteve maior destaque, no período de 2005 a 2012. "Nasci em Suzano, morei minha vida inteira aqui e conheço bem todos os problemas da cidade. Eu, na qualidade de vice-prefeito, estarei ao lado do prefeito, para ajudar sempre, lançando mão de minha experiência no Executivo e no Legislativo", conclui. (C.I.)