Sem um acordo entre os bancários e as instituições financeiras, a greve, que completa 19 dias neste sábado, será mantida e não há previsão de término. As informações foram dadas, na tarde de ontem, pelo presidente do Sindicato dos Bancários de Mogi e Região, Francisco Candido. 
Segundo ele, tanto bancos privados como os públicos (Caixa e Banco do Brasil) dos municípios da região devem continuar fechados. A abertura de agências, como ocorreu nos últimos dias, não deve se repetir. "Uma Assembleia organizativa da Campanha Nacional 2016 está marcada para esta segunda-feira, dia 26, às 18 horas, na sede do Sindicato, localizado na rua Engenheiro Eugênio Motta, 102, Jardim Santista, em Mogi, para discutir sobre o assunto", afirmou. A entidade abrange os bancários de Mogi, Suzano, Poá, Biritiba Mirim e Salesópolis.
A greve começou no dia 6 de setembro, em resposta ao reajuste salarial de 7%, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios-refeição, alimentação e creche, além de abono de R$ 3 mil, propostos pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
Entre as reivindicações da categoria estão a reposição da inflação mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho), PLR de três salários, e mais R$ 8.317,90, além de melhores condições de trabalho. (*Texto sob supervisão de editores)