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Por se tratar de um jogo de realidade aumentada, Pokémon Go exige que os seus jogadores levantem do sofá e saiam de casa. Isso porque os Pokémons estão espalhados por todos os cantos do mundo. Ao instalar o jogo, você autoriza que o aplicativo utilize alguns recursos do seu smarthphone, inclusive o GPS. Por meio da sua localização, o aplicativo mostra onde estão os Pokémons, os PokeStops (locais onde os jogadores podem adquirir itens necessários, como novas pokebolas e ovos de Pokémons) e os ginásios para batalhas, sendo estes dois últimos lugares que existem no mundo real.
Aos 41 anos, Luciana Araújo levantou cedo e foi ao parque da Bíblia, em Poá, com o sobrinho Matheus Maziero, de 16 anos, e aprova a nova febre do momento. "Acho que o jogo está aproximando a família, e os mais jovens estão saindo mais de suas casas. Eles ficam muito presos com o celular, são uma geração parada, e o jogo faz com que eles saiam mais, caminhem. E os pais estão indo junto, isso é demais", conta ela, que anseia por encontrar um Pikachu em sua procura.
O adolescente Edilson Matias de Queiroz Junior também levantou cedo e conta com o apoio dos pais. "A parte mais divertida é andar e procurar os Pokémons, eu não acordava cedo para sair de casa e hoje eu vim ao parque. Meus pais estão gostando por eu sair mais, e até me incentivando", finaliza. (K.C)