A Expo Mogi terá uma média de 160 agentes de segurança por dia, entre policiais militares, guardas municipais, seguranças particulares e fiscais da prefeitura. O evento contará com a unidade móvel de monitoramento para reforçar a segurança. De acordo com a presidente da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), Tania Fukusen Varjão, todos os estandes foram comercializados há duas semanas. Ao todo serão mais de 70 pontos de venda e de exposição. Esse ano a Expo Mogi será aberta mais cedo e oferecerá novas opções de alimentação.
A ACMC e prefeitura realizaram uma reunião ontem para detalhar a organização e estrutura do evento que está em sua 7ª edição. De acordo com o secretário municipal de Segurança, Eli Nepomuceno, a festa contará com ponto de revista das pessoas. "Será usado um corredor de gradis no portão principal para que o público passe e fique mais fácil para o guarda ou policial visualizar. Não será permitido a entrada de bebidas alcoólicas no evento. As bolsas e pacotes poderão ser revistados, assim como os frequentadores", esclareceu.
Nepomuceno destacou o uso da unidade móvel de monitoramento que ajudará a identificar problemas no evento. A expectativa é que 25 mil pessoas passem por dia pela Expo Mogi, que será realizada no Pró-Hiper (avenida Cívica, no Mogilar). A capacidade do local é de 35 mil pessoas.
O comandante do 17° Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Eduardo Rangel, afirmou que os policiais também atuarão nas ruas próximas ao evento e nos locais de acesso, como os terminais de ônibus e trem. "Os policiais que trabalharão na festa é um efetivo a parte, que não compromete o policiamento de rotina", destacou.
Transporte
De acordo com o secretário municipal de Transportes, Nobuo Aoki Xiol, os bolsões de estacionamento irão se concentrar na avenida Cívica e na rua Ismael Alves dos Santos. Não está descartada a utilização de um trecho da rua Carlos Baratino, em dias específicos. A Polícia Militar garantiu o monitoramento das áreas. A Secretaria fez ainda uma programação para que os últimos ônibus saíam do Terminal Estudantes à meia-noite.
Projeção do evento
O secretário municipal de Cultura, Mateus Sartori, informou que a prefeitura está investindo R$ 800.590,66 com a festa e que a ACMC entrou com o valor de R$ 160 mil. Houve um aumento de R$ 40 mil comparado com o gasto do ano passado. Ele ressaltou que na última edição as 19 entidades assistenciais que participaram da festa conseguiram arrecadar
R$ 197.190,07 nas quatro noites de evento.
A presidente da ACMC destacou que a Expo Mogi ajuda a movimentar o comércio e que gerou renda antes mesmo de começar. "Temos a contratação de empresas para fazer a montagem do espaço e a divulgação. Os comerciantes viram uma oportunidade nesse momento de crise para expor seu produto, vender e captar novos clientes. Achamos que a crise fosse um impeditivo para o evento, mas foi o contrário, ela impulsionou a feira", disse.
Tânia esclareceu que a Expo Mogi consegue movimentar vendas e negócio até seis meses depois de seu término.