A passagem de pedestres na esquina das ruas Brás Cubas e Doutor Ricardo Vilela foi liberada ontem. O trecho foi interditado na semana passada para realizar obras necessárias para a abertura da circulação de veículos pela rua Ricardo Vilela a partir de 19 de setembro. A expectativa é que, depois da liberação da via, o volume de carros que circulam pelas ruas Doutor Corrêa e José Bonifácio tenha uma queda de 20%. 
Com o fechamento da rua Ricardo Vilela, a partir da esquina da rua Doutor Deodato Wertheimer, os motoristas utilizam as ruas Doutor Corrêa e José Bonifácio para acessar a região de Brás Cubas e a avenida Voluntário Fernando Pinheiro Franco. Com a liberação da rua Ricardo Vilela, as pessoas poderão seguir pela rua Princesa Isabel de Bragança para chegar a esses destinos.
O secretário municipal de Transportes, Nobuo Aoki Xiol, ressaltou que a abertura da rua Doutor Ricardo Vilela vai desafogar o trânsito da região central. "As pessoas que têm interesse pela Voluntário Fernando Pinheiro Franco poderão fazer essa utilização da Ricardo Vilela. Portanto, devemos ter uma diminuição de fluxo esperado de pelo menos 20% na Doutor Corrêa e na José Bonifácio", esclareceu.
A presidente da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), Tânia Fukusen Varjão, destacou que a abertura da rua Ricardo Vilela para os veículos vai beneficiar o comércio. Ela avaliou que o bloqueio da passagem de pedestres dificultou a venda no período, mas que os comerciantes já estavam preparados.
A obra, que interditou a passagem de pedestres, trata da instalação de uma galeria de 1,5 metro na rua Brás Cubas, para captar a água que vem das ruas da região central e transferir para a avenida Governador Adhemar de Barros. O local foi bloqueado na segunda-feira passada.
Agora, os pedestres que saem da estação ferroviária de Mogi podem seguir em direção à rua Brás Cubas, para acessar o centro ou vice-versa.
Os tapumes que cercavam o canteiro de obras foram trocados por telas e as pessoas conseguem visualizar o andamento do projeto.
O ajudante geral Joel Charles Farias, de 42 anos, parou no trecho para ver a obra. "Está ficando muito boa e vai acabar com as cancelas", ressaltou.