Mogianos atuantes no ramo do marketplace relatam a experiência junto ao serviço. Em alguns casos, essa modalidade comercial, que vem se consolidando no mercado brasileiro, foi responsável por um crescimento de até 40% no rendimento da empresa.
O sócio-diretor de uma empresa especializada no comércio de eletrônicos de Mogi das Cruzes, Marco Antônio Lima, conta que ingressou no marketplace em 2014. "Desde que começamos a atuar no comércio eletrônico pesquisamos parcerias que pudessem auxiliar em nossa expansão, consolidando assim novas vendas. Depois de muita pesquisa, decidimos que seria interessante ingressar no ramo. Com isso, estruturamos nossa empresa para poder atender essa demanda e firmamos parcerias com os maiores portais de e-commerce brasileiros. Podemos dizer que o marketplace surgiu para complementar positivamente a carteira da empresa. Hoje esse nicho representa de 25% a 30% de nosso faturamento ", contou Lima.
Para ele, uma das principais vantagens do marketplace é a visibilidade que ele oferece. "O serviço traz para nosso portal toda a credibilidade, facilidade e os benefícios de todos os grandes portais brasileiros. Isso faz com que nossos clientes possam usufruir de tudo que esses gigantes da internet podem oferecer", avaliou.
Opinião semelhante é a de Giovanni di Pasquale Junior, proprietário de outra empresa mogiana, que há três anos atua com o marketplace. "Esse modelo de comércio virtual vem evoluindo bastante nos últimos tempos. Eu já montei minha empresa com base nesse serviço. O faturamento da empresa cresceu entre 30 e 40% ao ano. Mas é claro que o sucesso não depende só disso. É preciso se arriscar", comentou.
Segundo ele, um dos principais responsáveis pelo êxito neste segmento é a facilidade do acesso à internet. "As pessoas estão cada vez mais conectadas e querendo comprar pela internet. Ao contrário do que muitos pensam, vender online acaba tendo um custo maior do que montar uma loja física, pois envolve uma série de questões. Mas a demanda de público acaba suprindo isso. E esse acaba sendo um negócio rentável, principalmente nesse momento de crise econômica", opinou. (S.L.)