O deputado estadual Estevam Galvão (DEM) deverá vistoriar nos próximos dez dias as obras do hospital público que está sendo construído ao lado do Hospital das Clínicas (HC) de Suzano, na Vila Amorim. Segundo ele, o prédio estará terminado em julho e o início do funcionamento, ainda que gradual, está garantido para este ano.
"A obra está dentro do cronograma e prestes a ser concluída. Devo ir até lá ver como está essa fase final em dez dias, depois será preciso equipar. De qualquer forma até o final do ano esse hospital sai, talvez não comece a funcionar em toda a sua plenitude, mas já atenderá a população", enfatizou o parlamentar.
Segundo Estevam, a construção dessa nova unidade é, talvez, o projeto mais importante que ele, como deputado, conseguiu trazer para a cidade. "Suzano é muito carente na área da Saúde e com a abertura desse hospital serão 120 leitos a mais, além dos 130 leitos de retaguarda do HC que já existe na cidade. Sem contar que existirá todo um sistema de diagnóstico por imagem integrado que nenhuma cidade da região tem. Isso é um avanço muito grande para o nosso município".
Sobre o fato de a nova estrutura ser de porta aberta ou não ao público, ou seja, se a unidade receberá ou não pacientes apenas encaminhados por outros serviços, o democrata minimizou a questão. "Essa discussão de porta aberta não tem sentido. Hospital é hospital. Hospital é para o povo, mas não é uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Você não pode ter uma dor de cabeça e procurar um hospital, mas ele estará lá para receber o paciente que for encaminhado pela UBS ou por um pronto-socorro e isso é um ganho enorme para Suzano e para o Alto Tietê".
Marginal
Estevam afirmou ainda que também deve se reunir nos próximos dez dias com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e que entre os projetos que deverá discutir com o tucano está a conclusão da avenida Governador Mário Covas Júnior, a Marginal do Una.
"Eu vou levar esse problema mais uma vez para ele, mas o governo está numa fase complicada, em crise, e acaba prometendo algumas coisas e depois não consegue cumprir", avaliou.