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O trabalho em "Escrava Mãe", da Record, proporcionou uma experiência inédita para Léo Rosa. Pela primeira vez, o ator gravou uma novela completa antes de sua exibição na tevê. A trama escrita por Gustavo Reiz foi gravada durante o ano de 2015. Porém, só foi ao ar na emissora a partir de maio deste ano.
Com isso, o intérprete do abolicionista Átila treinou um olhar mais distanciado e apenas de telespectador sobre o seu desempenho. "Consegui fazer um projeto sem a interferência de me ver e analisar. Com o tempo, aprendi que o que importa é o que acontece no 'set'. Foi como um trabalho de cinema", explica.
O convite para a novela surgiu durante uma temporada nos Estados Unidos. Léo estudava inglês e interpretação quando recebeu o chamado da Record. O ator foi o último nome escalado para o folhetim e, por conta da viagem, perdeu a preparação de elenco da produção. Apesar de não ter participado dos workshops, Léo foi em busca de pesquisas e referências para viver um jovem idealista e abolicionista do século XIX.
"Li o livro '1808', de Laurentino Gomes, para ter uma noção histórica do período. Mas também busquei gestos e uma voz que representasse essa personalidade pulsante dele", explica o ator, que estreou na tevê como o protagonista Miguel, de "Vidas Opostas". ("Escrava Mãe", Record. De segunda a sexta-feira, às 19h30). (T.P.)
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