Há dois anos era inaugurada a primeira fábrica de uma montadora chinesa fora da China. A Chery iniciava uma nova fase em sua trajetória no Brasil, com um aporte de
US$ 430 milhões, capacidade produtiva de até 50 mil carros anos, com uma fábrica moderna, em uma área de 1 milhão de metros quadrados, a beira da Via Dutra, no Vale do Paraíba. Desde então, uma série de acontecimentos foi responsável por mudanças nos caminhos da empresa no País.
Volatilidade do dólar, crise política e econômica e negociações com o sindicato. Por conta disso, a empresa teve que refazer seus planos para se realinhar ao novo cenário do mercado, como lay-off na fábrica, readequação nos números de produção do Celer e replanejamento no início da produção do New QQ. Hoje, prestes a iniciar a produção de seu terceiro modelo de automóvel na fábrica de Jacareí, a montadora está se preparando para atender a esta demanda, ampliando a sua linha de montagem no segmento de utilitários esportivos - SUVs.
As melhorias e avanços também foram constantes nesses dois últimos anos na história da Chery Brasil. O centro de distribuição de peças foi transferido para Jacareí, a quatro quilômetros da fábrica da montadora. Com uma área de 5 mil m² e com capacidade para armazenar 9 mil metros cúbicos de peças, o novo espaço possibilitou reduções significativas nos custos operacionais, o aumento da sinergia entre as equipes do armazém com áreas vitais da empresa, como os times TI, Logística e Pós-Venda, proporcionando um atendimento ainda melhor. Apesar da mudança, a Chery mantem o percentual de 92% de peças prontamente disponíveis em estoque para atender a sua rede de concessionárias e oficinas credenciadas, além de seguir respeitando os prazos de entrega de até 48 horas úteis, após o faturamento, para qualquer região do país e de 24 horas, após a emissão da nota fiscal, para casos urgentes.