A Ford colocou em operação um novo centro de distribuição de peças para exportação que visa a atender 12 unidades de produção da marca em vários países. Localizado na cidade de Suzano, na Grande São Paulo, esse centro logístico está instalado no entreposto aduaneiro Cragea (Companhia de Armazéns Gerais e Entrepostos).
Com uma série de vantagens operacionais de logística, governança e redução de complexidade, a instalação trará mais agilidade no fornecimento de peças brasileiras para a Argentina, Venezuela, México, Rússia, China, Vietnã e Tailândia, Índia e África do Sul, estas últimas com duas unidades cada. Para atender esses países, a Ford utiliza operações multimodais que envolvem transporte rodoviário, ferroviário, aéreo e marítimo.
No modelo anterior, o depósito instalado em São Bernardo do Campo, SP, recebia as remessas de 166 fornecedores externos, totalizando mais de 2.000 peças diversas para carros, picapes e caminhões. Nessa lista estão, por exemplo, itens como lanternas da Ranger, radiadores do Focus, motores da linha Cargo, além de vários componentes do EcoSport, Ka e New Fiesta.
Na operação, São Bernardo consolidava o material e realizava o transporte para o centro de distribuição no Cragea para o desembaraço e exportação. Para se ter uma ideia dessa complexidade, no ano passado a operação movimentou mais de 1.050 contêineres, equivalentes a 54.000 mil metros cúbicos de carga.
"Com o novo entreposto, a logística agora será racionalizada. A entrega será feita diretamente no Cragea e de lá as exportações seguem para os destinos de saída do País, como o Porto de Santos, os aeroportos de Guarulhos ou Viracopos, em Campinas, e ainda por rodovia na fronteira do Brasil e Argentina. Isso significa economia de recursos, tempo e controle", diz Emerson Miguel, supervisor de Logística da Ford.