Assim como outros meses do ano, junho tem muitas cores relativas a campanhas de conscientização, e uma delas é o vermelho, em alusão a doação de sangue. Neste domingo, dia 14 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue, com muitos voluntários que contribuem frequentemente para salvar vidas, de forma individual e também participando de campanhas de empresas e instituições, como destacamos na edição digital de hoje. 

Entre as muitas oportunidades para se voluntariar e poder de alguma forma contribuir para transformar a vida do próximo, certamente a doação de sangue tem um significado diferenciado, e pode ser a diferença crucial para alguém que corre risco de vida, devido a uma doença grave ou vítima de um acidente. 

Os bancos de sangue, infelizmente, frequentemente sofrem com a falta de doações, especialmente do tipo O, que de forma geral pode ser utilizado em transfusões para pessoas com qualquer tipagem. Os períodos do inverno e das férias geralmente são críticos para as unidades espalhadas pelo Estado, com a Fundação Pró-Sangue, na cidade de São Paulo, e também nos hemocentros  da região do Alto Tietê. 

O Junho Vermelho foca na data, mas é preciso que estimular as doações de forma contínua, atraindo doadores pontuais, por exemplo, que se prontificam diante de momentos de maior necessidade para atender ao pedido de um amigo ou familiar. A doação precisa fazer parte da rotina, na medida do possível, para quem atende os requisitos exigidos para garantir a segurança do sangue que chega aos pacientes nas unidades hospitalares. 

A ajuda ao próximo, a quem realmente precisa e se encontra em uma situação difícil, não faz bem apenas ao beneficiado, mas principalmente para quem pratica a ação, como afirmam sempre os voluntários. No caso da doação de sangue, você disponiliza seu tempo e contribui para que alguém recupere a saúde ou tenha seu sofrimento de alguma forma mitigado. O ato voluntário é fundamental para que tenhamos um mundo melhor para todos.