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O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, afirmou que não há razões para acreditar que a nova cepa do coronavírus descoberta no país seja mais "perigosa" que as já existentes, embora provavelmente seja mais transmissível. "Fomos rápido ao agir para frear disseminação da nova variante do vírus", garantiu, ontem, em entrevista coletiva.
O premiê comentou que entende as preocupações de outros governos com a mutação, que levou muitos deles a proibirem voos vindos do país insular. Johnson revelou que conversou hoje por telefone com o presidente da França, Emmanuel Macron, com quem concordou em continuar coordenando a resposta à pandemia.
O líder britânico acrescentou que a variante do vírus não afetou a logística de distribuição da vacina. Segundo ele, já foram entregues mais de 500 mil doses do imunizador. "Temos todas as razões para estarmos esperançosos quanto à habilidade de nosso país de se recuperar da crise da covid-19 no próximo ano", ressaltou.
Sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia, Johnson disse que não houve avanço nas negociações por um acordo comercial para o período subsequente à separação, em 1 de janeiro de 2021. Também explicou que a maior parte da circulação de bens entre as fronteiras segue aberta. De acordo com o primeiro-ministro, Londres quer chegar a um entendimento, mas está pronta para deixar o bloco sem um pacto de livre comércio. (A.E.)
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