Até ontem, 118 macacos mortos este ano no estado do Rio de Janeiro foram levados para necropsia no Instituto de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária. Em 52% dos casos, os primatas foram mortos por espancamento ou envenenamento, informou a subsecretária de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde, Márcia Rolim. "A população ainda não entendeu que não é o macaco que transmite a febre amarela", disse Márcia.