No próximo domingo celebramos mais um Natal. Embora nem todos o comemorem e, ainda que haja diversidade de percepções e interpretações acerca de seu real significado, o impacto que dele advém é do mais alto alcance.
Muitos ficam mais permeáveis e dispostos a propagar a paz e a harmonia, outros pensam em perdão e resgate como jamais pensaram, enquanto outros, independentemente de aspectos religiosos, filosóficos e sociais, estão preocupados em salvar o faturamento do período com a performance de dezembro ou, ainda, ansiosos com a queda de faturamento por causa da desaceleração das atividades, natural para esta época.
Lamentavelmente, para alguns, o Natal significa apenas presentes, festa, comilança e até bebedeira. Escrevo, pois, que não é honesto discorrer, falar ou pensar no Natal sem contemplar os termos do livro que contém a sua história. Podem pensar que é coisa de cristão radical, mas considerem avaliar o Natal, primeiramente, a partir de sua perspectiva essencial: o Deus que se fez homem sem diminuir, a plenitude dos tempos, a divisão de eras, a nova contagem do tempo, o evento que marcou a história de forma única e estrondosa, o cumprimento exato das inúmeras profecias proferidas há milênios e séculos antes, o reconhecimento do grande e absoluto amor de Deus por todos os que foram sinceros em suas análises, a bênção não só para pastores do campo, mas também para ricos e influentes magos, o coro de anjos, o estábulo, a manjedoura e, por fim, a maior de todas as dádivas: Cristo! Amor incondicional, paz, humildade, bondade, honra, dignidade, força, fidelidade, compaixão, misericórdia, salvação e alegria são elementos que, claramente, identificamos no amplo evento do Natal, mas, ainda assim, uns conseguem distorcê-lo a ponto de afirmar que há nele algo negativo e dissimulado: meu Deus! Um feliz Natal a todos e revestido de seus mais profundos significado e implicações, os quais podem nos trazer vida muito mais abundante!