A escola de Deus, em nosso aprendizado, nos ensina que a tecnologia e a ciência são incapazes de controlar a causa do efeito devastador das tragédias climáticas que nos últimos vinte anos mataram mais de 600 mil pessoas. Em 2005, o Furacão Katrina, em Nova Orleans e, atualmente, o Furacão Irma, puseram de joelhos a maior potência militar e econômica do mundo. O terremoto de 1985 no México causou ao redor de cinco mil mortes e, novamente, após mais de 30 anos, a terra tremeu violentamente, sendo um dos mais fortes já ocorridos na América Latina.
O profeta Oséias bradava ao povo desobediente e idólatra do seu tempo que quem semeia vento de incredulidade no Deus Vivo traz a tempestade da Sua ira sobre si e sobre a sua nação.
Quando indagaram Jesus à respeito dos sinais que antecederiam a sua 2ª Vinda, Ele fez algumas revelações em seu discurso apocalíptico: "Haverá guerras e rumores de guerra..." - desde o início do Século 20 já tivemos duas grandes guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945), mais de 150 guerras menos abrangentes, gastos de mais 2 trilhões de dólares em armas, nas quais mais de 100 milhões de pessoas perderam a vida. "Haverá grandes terremotos, pestes e fome..." - um terço dos habitantes da Terra está passando fome, outros tantos morrem de epidemias. Sem dúvida morte, guerra, peste e fome sempre houve na História do mundo, mas não na intensidade e na frequência atual que estão ocorrendo; esses Cavaleiros do Apocalipse passaram da marcha para o galope.
Terremotos expressivos de 1800 a 1947, três; até 1956, sete; chegando a 1975, 50; de lá para cá essas catástrofes naturais são frequentes nos noticiários. O homem em sua ambição desmedida de poder deixou de se importar com o futuro ecológico do nosso planeta. Não se iguale! Se você tem olhos para ver, veja; se tem ouvidos para ouvir, ouça. No mar desta vida, só Jesus é o Senhor que acalma o vento tempestuoso e suaviza as encapeladas ondas que assolam o barco da nossa existência.