Nós, seres humanos, vivemos neste mundo acorrentados ao tempo e ao espaço desde o princípio da criação, em Genesis, até o fim, em Apocalipse. Deus fatiou um pedaço da Eternidade e nos presenteou com o tempo e o espaço, ordenando que fossem administrados por nós.
Enquanto vivos, o mundo transcendente nos escapa, nada sabemos das coisas que nos esperam do outro lado da vida e, com razão, pois nunca estivemos lá. Paulo enviou uma carta à Igreja de Corinto incitando neles a bendita esperança de ter, no futuro, um lar no céu preparado por Deus, escondido aos nossos olhos, silencioso aos nossos ouvidos e jamais penetrado, mesmo pela imaginação, em nosso coração.
Há algum tempo eu ouvi um coral de crianças cantando: "O céu é um bom lugar, e eu vou pra lá!" E por que quase ninguém quer ir? A morte nos assusta porque ela é o passaporte que nos leva para um mundo desconhecido. Um homem entrevistado por alguém que desejava ouvir a história da sua vida era impulsionado a falar mais devido a sequência curiosa da indagação: "E depois?" Após relatar o passado e o presente, a indagação "e depois'"continuou quanto aos seus projetos futuros, e quando pensou que tinha falado tudo vem outro "e depois": "Bem, depois vem aposentadoria, a velhice, o inverno da vida e a morte!" "E depois?" "Depois o que?" "Depois da morte!" "Sei lá! Não pensei no assunto, ainda."
Devia ter pensado, na realidade, a maioria esmagadora dos seres humanos dedica quase o tempo todo para realizar os seus sonhos nesta vida efêmera, sem se importar com a morada definitiva da eternidade. Jesus com seu sangue derramado na cruz nos comprou por alto preço através da Sua morte, consequentemente, Ele é nosso dono, Rei, Salvador e Senhor, e assim como Ele pode nos tomar pela mão e nos levar para o seu Reino, tem poder, também, para lançar no inferno aqueles que O rejeitam.
Ele é o único caminho, a única verdade e o único que pode nos dar vida, e vida em abundância. Mais que a morte deve-se temer o inferno.