Diz um velho "ditado" que: "Ladrão que rouba ladrão merece cem anos de perdão". Veja, caro leitor, aconteceu no Brasil! Há políticos e empresários ladrões que estão fazendo "delação premiada" ou acordo de leniência. Embora sabedores de todas as fraudes, desvios de valores dos cofres da nação, a justiça os acoberta permitindo que devolvam um mínimo do dinheiro que se apossaram. Estes malandros estão contrariando a tese de Robin Hood que dizia "roubar dos ricos para dar aos pobres" ou roubar a nobreza para distribuir aos pobres.
Por aqui a tese é contrária, estão roubando dos cofres públicos para deixar os ricos mais ricos. Que vergonha! O Brasil já pode constar no livro dos recordes como sendo o país dos maiores escândalos mundiais. O País iniciou 2017 com mais de três trilhões de dívida interna, o que significa que deve o valor de um PIB (Produto Interno Bruto) anual. Os bons administradores trabalham com receita e despesa. O cálculo é simples. Um trabalhador que ganha por mês R$1.500 poderá gastar no máximo R$1.500, mas, de preferência, deve gastar R$1.000 em despesas e economizar R$500 ou o que for possível. No momento que alguém gasta mais do que ganha, obviamente, ficará inadimplente ou endividado. As dívidas vão aumentando como se fosse uma bola de neve.
Caso haja dívida com bancos, a situação ficará pior, pois os juros são altos e o Brasil é recordista em cobrança de juros. Ora, se a dívida interna acumulada é de mais de três trilhões de reais, não se consegue pagar a dívida ou diminuí-la, e não sobrarão recursos para investimentos. É como se alguém necessitasse "vender a viola para comprar as cordas". Eis aí a incompetência da administração pública.
Esta dívida vem acumulando de governo para governo e não se vê soluções. É o despreparo e o oportunismo daqueles sem caráter. É preciso vergonha na cara para governar uma nação. Obrigar os políticos, antes de se candidatarem, a passar por um curso de administração em alto nível. Estes cidadãos querem? Logicamente que não. Falta patriotismo e amor ao próximo.