Há muito tempo se estabeleceu na sociedade mundial o paradigma de que o globo terrestre está aquecendo devido à intervenção antrópica e que, portanto, é prioridade de cada ser humano, esteja onde estiver, empreender esforços para salvar o planeta e, por conseguinte, a sua própria vida. Se considerarmos que tal aquecimento é real e tem o potencial de destruir a Terra, é claro que vamos contribuir para evitar catástrofes e cataclismos e, em última instância, o apocalipse ecológico. Grande percepção de empresas, ONGs, governos e outros organismos para arrecadar fundos e aumentar-lhes o poder, sem qualquer resistência da população que costuma dar aval para os tais se for para combater o suposto aquecimento.
Escrevi meu primeiro artigo a esse respeito há exatos dez anos e nele já alertava quanto a esse engodo, destacando que mesmo a teoria sendo defendida por cientistas e avalizada pela ONU e outras entidades de alcance mundial, era firmemente contestada por outros cientistas valorosos e comprometidos com a realidade, de maneira que não seria necessário um profundo conhecimento para entender o que estava acontecendo e identificar aquela falácia oportunista, ficando evidente a falta de espaço dada aos chamados cientistas céticos que se opunham veementemente ao discurso corrente.
Ao longo dos anos, revelações bombásticas do WikiLeaks e a "mudança de opinião" de proeminentes cientistas que defendiam a tese, foram, paulatina e vergonhosamente, comprovando fraudes e chantagens de governos e instituições para manter e fomentar a farsa, de maneira que chegamos aqui, ainda longe do total desmascaramento, mas em situação favorável e que nos permite postura avançada no sentido de combater mais este absurdo "globalista" que, em vez de visar a preservação da espécie humana, tenta tomar-lhe cada vez mais a riqueza e fixar nos promotores o absoluto poder.