A alegria de voltar para casa demonstra que nada é mais atraente do que a família. Esse saudável desejo acontece porque no lar a nossa intimidade nos dá a liberdade de sermos autênticos fora do palco da sociedade, onde temos de representar, muitas vezes, que aceitamos o que condenamos, temos de sorrir quando a vontade é de chorar, temos de trabalhar quando o cansaço pede para parar, e, então, fecha-se as grossas cortinas de mais um dia de estafante correria em que você vai pensando: "Minha casinha, meu lar, minhas perninhas pro ar".
O repouso merecido do guerreiro. A mãe é o corpo onde o pai, como cabeça, está ligado, assim como os filhos, sendo membros, fazem parte do corpo. Essa mulher maravilhosa, chamada mãe, faz do lar um ninho de amor que nos abriga com segurança emocional. Por isso que a cantiga de ninar da mamãe, na infância, ainda, povoa a nossa mente adulta e nos dá a paz que nos induz a um sono reparador. Para quem assistiu "Branca de Neve e os Sete Anões", da Walt Disney Studios, nunca esquece a alegria dos anãozinhos cantando na volta do trabalho: "Eu vou eu vou/para casa agora eu vou...".
As quatro paredes do lar nos cerca dos horrores reais do mundo, apesar que as imagens do mal ainda nos atinge nas telas da TV em nossos lares. O hormônio da progesterona Deus deu só à mulher e ao homem não, e é ele que produz o sentimento maternal. Em família, ouve-se dizer "eu amo demais" minha mãe, mas amor não se avalia pela quantidade, e sim pela qualidade. A maior alegria de uma mãe, além de ser amada, é ser respeitada em seus ensinos e conselhos, esse, sim, é um bom presente somado com a gratidão pela dedicação que ela tem dado a você.
Assim ordena a Bíblia: "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra". Façam isso e a mamãe terá mais sorrisos do que lágrimas.