Nunca é demais comemorar o Dia das Mães. Afinal, o que significa amar? O amor pode ser visto e sentido de acordo com os sentimentos e emoções de cada um. Quando se fala em mãe, é como se pudesse "segurar a sua mão e acorrentar a sua alma" para que permanecesse para sempre ao nosso lado. Dá a vida material para que a alma universal como uma "chispa divina" penetre no corpo que está sendo gerado com carinho, dedicação e zelo. Ensina as primeiras palavras, higieniza o corpo do bebê, dá mamadeira, "papinhas" e o ajuda a se desenvolver. Ensina os primeiros passos, conta histórias e chora ao seu lado. O papel de mãe é maravilhoso, principalmente, quando vê o resultado do seu amor, que é o filho crescido, formado e pronto para enfrentar a vida.
Caso fosse possível, não permitiria jamais que as mães partissem desta vida para o mundo invisível. Reflita e pergunte a si mesmo: Quais são as suas melhores lembranças? Acaso não foram os ensinamentos, as alegrias e os divertimentos que a sua mãe lhe deu? Há filho ingrato que não visita a mãe enquanto é tempo, depois se lamenta da perda daquela que se sacrificou e lhe outorgou tudo que possui em vida. A mulher é mais sensível que o homem? Sim, e mãe é a principal responsável pela vida, pelo amor e pela continuidade da raça humana, pois, sem mãe, a vida se tornaria muito triste e Deus teria que mudar os destinos do mundo.
Parabéns a todas as mulheres e mães e desejamos que sejam felizes! Admirá-las hoje e sempre é o papel do filho sincero e do esposo. Às mulheres que partiram para outras dimensões do cósmico, guardaremos as suas imagens e as melhores lembranças, afinal, a vida é eterna e a morte não existe. A cada noite, ao contemplarmos uma estrela no céu, nos lembraremos daquelas que se foram, com devoção e agradecimento pelo que nos legaram em amor, bondade, sabedoria e por nos ensinar os caminhos do bem.
A estas poderosas mulheres, deixamos registrado que um dia nos encontraremos novamente em alguma dimensão do universo. Dedicamos às mulheres dos nossos corações o amor sincero. "Haja o que houver, o símbolo da humanidade ainda será uma mãe com o seu filho nos braços".