O uso de medicamentos fitoterápicos em todo território brasileiro vem novamente despertando curiosidades nas pessoas. Já é sabido que nosso País tem heranças de povos indígenas, que deixaram uma amálgama de conhecimentos quando aqui habitavam de forma numerosa, e com a chegada dos europeus e africanos tudo se multiplicou.
Nas últimas décadas, com a globalização e o aumento do acesso à informação, outras práticas tornaram-se populares, entre elas a fitoterapia, o famoso "chá da vovó", que está ganhando força na população.
Para isso venho esclarecer para vocês caros leitores algumas diferenças de nomenclaturas de forma sucinta:
Alopatia: Alienado. Tratamento com algo diferente do agente que provocou a doença.
Homeopatia: Lei da semelhança. Tratamento com algo semelhante ao agente, à doença ou ao individuo.
Isopatia: Igual curando o igual ou o mesmo curando o mesmo (exemplo: vacinas).
Fitoterapia: As plantas estimulando funções no organismo.
Estamos no verão e, com certeza, algumas estratégias estão sendo aplicadas para alcançar o corpo "sarado" e os fitoterápicos são muito utilizados para atingir esse objetivo, mas, como sempre, todo exagero e a falta de conhecimento técnico podem ser fatores de risco. A fitoterapia tem excelentes resultados, mas pode ser um veneno também.
Os fitoterápicos são utilizados em vários casos de doenças e condições específicas de saúde, mas são como auxiliares em processos de emagrecimento que têm sido bastante usados. Sendo assim, estão em destaques oito tipos de fitoterápicos mais procurados no momento. São eles: Alcachofra, Spirulina, Chá verde, Cascara sagrada, Centella Asiática, Porangaba, Advantra Z e Garcinia Cambojia.
Fitoterápicos são medicamentos feitos a partir de plantas. Eles são obtidos empregando-se exclusivamente derivados de vegetal (extrato, tintura, óleo, cera, exsudato, suco, e outros). Então, antes de escolher qual planta ou qual fitoterápico manipulado ingerir ou aplicar, busque orientações de um profissional da saúde especialista no assunto.