Sabe aquela ideia que você sempre teve vontade de colocar em prática, que traria um retorno financeiro, mas sempre tem uma desculpa para você acabar deixando-a de lado, seja falta tempo, de dinheiro, ou até mesmo coragem? A hora de fazer essa ideia sair do papel é agora.
Em meio à crise, ao desemprego e à dificuldade financeira, as pessoas precisam adotar alternativas. É neste momento que o chamado 'jeitinho brasileiro' surge e dá um novo ânimo à vida de milhões de pessoas.
A criatividade nesses momentos é crucial. Um ramo que está crescendo muito no País é a chamada Economia Criativa, que é nada mais que meios alternativos encontrados como ocupação ou trabalho. Fazer bombons para vender na escola, comercializar roupas e acessórios pela Internet, ou até mesmo se desapegar de alguma coisa que você não usa mais e vendê-la são práticas que fazem parte da Economia Criativa.
Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae), que é um órgão de referência em seu ramo, a Economia Criativa é um termo que surgiu para nomear modelos de negócio ou gestão que se originam em atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual de indivíduos com vistas à geração de trabalho e renda.
Em Ferraz de Vasconcelos, um grupo de amigos que já estavam cansados de procurar emprego se juntou para empreender. De forma divertida e criativa, eles saem pelas ruas da cidade vendendo sucos e lanches naturais. A partir de então, nasce o Art Natural. O que mais chama a atenção neles é a forma de como tratam seus clientes.
Muitas vezes, as pessoas não se arriscam nesses trabalhos mais informais por terem vergonha, ou por medo de não dar certo, mas esse novo meio de economia está alavancando no País e a tendência é que se expanda ainda mais. O que nos resta agora é arregaçar as mangas, criar soluções criativas e práticas, nos reinventarmos, e, sobretudo, não ter medo do trabalho, pois só assim conseguiremos viver e sobreviver neste mundo tão competitivo.