O que precisamos nesse novo ano é de simplicidade. Precisamos desburocratizar. Sem isso, continuamos emperrados para o desenvolvimento e a retomada do crescimento, tão almejada. A revolução virtual já demonstrou isso.
A simplificação gera riqueza. Empresas como a Netflix simplesmente revolucionaram e acabaram com as locadoras de vídeo e com as empresas de TV por assinatura. Se paga pouco e se vê muito mais, como, quando e onde quiser; o lucro vem da escala. Tudo muito simples, sem burocracia, sem chateação, cadastro, aprovação, etc.
O Uber é outro grande exemplo: um aplicativo que praticamente destruiu o serviço de táxi e de locação de veículos e, certamente, extinguirá em breve as empresas de logística e de pequenas entregas. É a simplicidade e a facilidade que revolucionaram mercados inteiros.
A tendência é essa, tudo cada vez mais simples, massificado, barato e assim vão sendo extintas diversas ocupações, ineficientes, improdutivas e caras. Não há motivo para alarde, isso já aconteceu no passado,com a revolução industrial e continuará acontecendo. Mas o ideal é que os gestores públicos, em todas as esferas, acompanhassem e usassem essa nova revolução para destravar o desenvolvimento e promover a retomada de nosso crescimento.
Enquanto a vanguarda é tecnológica e digital, o Poder Público continua analógico, burocrático e por isso mesmo ineficiente. Isso precisa mudar agora. Precisamos ser mais simples em nosso modo de fazer as coisas e mais atuais. Não podemos continuar apenas presenciais, analógicos e limitados, precisamos nos inserir na atual realidade virtual, digital e massificada.
O mundo não espera e nosso país tem ficado para trás. Ou mudamos agora e simplificamos nosso governo ou eles perderão a viabilidade, pelo atraso, pela burocracia e pela ineficiência.
Ou se simplifica e desburocratiza tudo deixando de impedir quem produz e gera riqueza e renda, ou o próprio governo desaparece, não porque queira, mas porque não haverá mais riqueza e renda.