A última segunda-feira tinha tudo para ser um dia pacífico, tranquilo, que dá início à semana do Natal. Porém, duas ocorrências novamente chocaram o mundo: o assassinato de um embaixador russo, na Turquia, e um atentado que matou 12 pessoas e deixou outras 50 feridas na Alemanha. Mais uma vez, o mundo se vê refém de terroristas e radicais. Novamente, o medo de uma guerra toma conta de algumas pessoas. O final do ano poderia ser mais calmo.
A morte do embaixador Andrei Karlov foi fotografada em uma Exposição de Artes em Ancara, na Turquia, onde ele discursava para alguns visitantes no momento em que foi baleado. Um fotógrafo registrou tudo, inclusive as frases ditas pelo assassino, um policial turco, que esbravejou: "Não se esqueçam de Alepo, não se esqueçam da Síria", lembrando da guerra que matou tantas pessoas na Síria. Minutos depois, o atirador foi morto por outros policiais.
A coragem dele em realizar este ato - matar um embaixador e falar para a imprensa em seguida - mostrou a loucura de um radical. Ainda antes de morrer, ele chegou a dizer palavras árabes em que afirmava ter feito um compromisso em doar sua vida por alguns ideais. Uma nova espécie de homem-bomba, mas que agora dá mensagens antes de morrer.
Em Berlim, na Alemanha, um caminhão invadiu uma feira de Natal, matando inocentes que queriam apenas se divertir no local. O caso é tratado como mais um atentado terrorista contra a Europa. Com isso, outros países, como a França, já soou o alarme de emergência e está tomando todos os cuidados possíveis para evitar um novo ataque.
Diante de tantas tragédias, o problema do Brasil atual, que é a crise econômica, parece menos importante. Devemos sempre agradecer por casos como estes ainda não fazerem parte de nossas rotinas. Que nossos governantes continuem mantendo bons diálogos com todos os países.
Alguns partidos políticos insistem em causar confusões, como invadir escolas, depredar prédios públicos e tentar paralisar serviços. Um breve estudo sobre estes casos mostra que são pessoas ligadas à partidos políticos específicos, que têm interesses políticos. Alguns pagos para causar tumulto. Que os financiadores dessa gente, entendam que eles podem estar criando radicais e rebeldes. Pessoas loucas que fazem juramentos por ideais contestáveis, e que são capazes de dar a própria vida para defender financiadores de guerras e não adoradores de um Deus. Cuidado Brasil, o mundo está perigoso.