Por que esperamos, geralmente, o final de um ano para planejarmos mudanças em nossas atitudes, visando algo bom para nós e para quem amamos?
Por que não quebrarmos paradigmas, um pouquinho a cada dia, visando uma caminhada mais tranquila?
Por que, assim como fazermos ao planejarmos uma viagem ou a aquisição de um bem material, galgarmos metas por um período ou até mesmo "sacrifícios" para conseguir esse objetivo?
Talvez a diferença de desconstruirmos algo em nós, imateriais, intangíveis, é porque isso é muito difícil.
É a tal Síndrome de Gabriela: eu nasci assim, cresci assim, vou ser sempre assim.
Mas, não! Quando entendermos que quando nos abrirmos para as mudanças que batem segundo a segundo em nossa porta, deixando-as entrarem e realizarem significativas transformações dentro de nós é o que nos fará verdadeiramente felizes, estaremos sempre a batermos aquele dedinho maroto no cantinho da mesa, doído, sofrido, choroso.
Entender que o importante é perceber que mesmo quando estamos naquele perrengue de grana, o sorriso que abrimos ao final do dia é o resultado daquilo que construímos sem um tostão: amigos, amores, família.
Ir a um lugar sozinha quando sentíamos medo da opinião dos outros: "o que você está fazendo ali sem conhecer ninguém, hein?!"
Aliás, opinião de outras pessoas só é útil se construtiva e ainda assim, você é detentor do poder de saber utilizá-la ou não.
Lembrarmos sempre que eu só recebo aquilo que quero. Se quiser sair com short amarelo ouro, blusa vermelho estonteante, chapéu de palha, chinelo colorido, isso é problema meu.
Problema? Nem isso é porque na verdade estarei fazendo aquilo o que para mim importa. Descontruindo o meu dia a dia em busca da minha felicidade!
Desejo a todos que cruzam meus caminhos um maravilhoso ano cheio de mudanças boas, algumas doloridas, mas sempre focando o evoluir, em busca de sermos cada vez mais felizes, nas menores coisas.