Olhei o "Estadão" e a "Veja", só dava "Trump", conversei com várias pessoas, só falavam em Trump. Políticos, religiosos, executivos, empresários, donas de casa, estudantes, empregados mil e até amigos de botequim misturando a caninha, além do futebol, um papo "sério" sobre Trump, todos, enfim, comem, bebem e têm pesadelos com o homem que vai chegar. As fichas estão sendo lançadas sobre a roleta da sorte com previsões, sombrias ou risonhas; como acontece num cassino: muitos acertam, a maioria perde.
Na realidade, esse homem que se julga grande é um anão em sua míope visão política nacional e internacional, sem os predicados necessários para assumir um cargo de tanto poder, no entanto, tornou-se um fenômeno eleitoral. Um comentarista disse que Trump, após a posse, teria que sacrificar dois anos de governo em múltiplas viagens internacionais, oficiais, a fim de aprimorar o seu conhecimento econômico e político de outros países, a fim de evitar, devido à sua ignorância atual, sérias crises diplomáticas que trariam consequentes perdas financeiras para os Estados Unidos.
Outros procuram acalmar a situação aconselhando "senta que o leão é manso", nem tanto, porém, existem as coleiras das decisões do Congresso que podem ser usadas de acordo com a ferocidade da "fera".
No encontro que Trump, após eleito, teve com Obama, na Casa Branca, pode ser notado seu acanhamento diante dos flashes e das perguntas dos jornalistas que lá se reuniam, foi uma situação inusitada para quem nunca navegou nesses mares turbulentos da política. O profeta Oséias, em sua mensagem de juízo revelada pelo Senhor, diz: O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento da lei de Deus que afirma que não há autoridade que não proceda Dele; e as que existem foram por Ele instituídas e estão sob o controle da Sua vontade e soberania.
O governo Trump não assusta, e dá paz àqueles que têm o conhecimento que estará limitado pelo governo divino.