Não adiantou a torcida contra, Trump foi eleito o novo presidente dos EUA. Acusado de machista, xenófobo, intolerante e racista, ele acabou sendo escolhido para ocupar a Casa Branca.
O chilique das bolsas apenas revela a incerteza do que Trump pensa ou fará na condução do país. Ele não é um ditador e não pode, sozinho, alterar os rumos de uma nação. Toda a mídia mundial fez campanha contra Trump. Muitas autoridades mundiais declararam apoio a sua opositora, o que revela uma coisa: Trump não era bom para o mundo, talvez porque será bom para quem realmente interessa, a América.
É óbvio que suas bravatas não serão realizadas. Trump apenas verbalizou o sentimento do americano médio. Politicamente incorreto, conquistou a maioria do eleitorado e a história de um país dividido é conversa de perdedor. Ele promete reativar a indústria e isso é o que quer não só o povo americano, mas o povo de qualquer nação.
O sucateamento da indústria gera desemprego e pobreza e isso nenhum país quer. É o que infelizmente assistimos no Brasil. Indústrias fechando e gerando milhões de desempregados.
Nosso governo precisa, com urgência absoluta, traçar um plano de salvação da indústria nacional. Fomentar e estimular a produção e a geração de emprego. Não dá mais para esperar, com as portas fechadas ou se fechando, estamos condenando a indústria nacional ao seu fim.
Num país onde o setor terciário é absolutamente amador e incipiente, por ausência absoluta de mão de obra qualificada, é a indústria que gera os melhores empregos para uma legião de trabalhadores com baixa ou nenhuma qualificação profissional. Nessa medida, a reforma trabalhista se revela urgente, não para tolher o direito dos trabalhadores, mas para flexibilizar as relações de emprego e desonerar o custo sobre os salários.
É um absurdo que os encargos trabalhistas dobrem o custo de um trabalhador formal. Uma pequena fábrica do interior do País e uma multinacional têm as mesmas regras para custear um empregado formal, com um detalhe: a maioria dos empregos é gerada por botecos e não por multinacionais.