Manter uma vida dinâmica e a alegria de viver mesmo diante de situações difíceis são os segredos apontados por Alexandre Rozendo dos Santos para viver bem. Tetraplégico depois de uma agressão sofrida em uma cidade do interior de São Paulo, ele encontrou forças para superar os limites do corpo, e segue pelas ruas de Suzano em sua moto adaptada.
Esta bela história ocupou uma das páginas da edição do último domingo, além de um importante exemplo de vida, como o que vocês, nossos leitores, acompanham hoje com Anderson Lessa, também cadeirante, que pilota um paraglider (parapente), mostra a paixão dos profissionais do Grupo Mogi News de Comunicação pelo jornalismo, aqui especialmente representados por Claudia Irente, interinamente na chefia de reportagem dos jornais Mogi News e Diário do Alto Tietê (Dat).
Um trabalho que começa com um olhar diferente, enxergando em variados momentos uma boa história para trazer aos leitores, seja ao se deparar com uma situação inusitada, um problema, ou mesmo histórias de superação, como estas. Depois vem a busca pelos personagens, como são chamados no jargão jornalístico as pessoas que vão contar suas vidas ou ajudar a construir a reportagem que certamente tocará os leitores.
Outro diferencial é a abordagem, encontrar a maneira correta para se mostrar a estes personagens de forma que a pessoa confie e se revele. O próximo passo é a construção do texto, dar forma para esta história. E, claro que nada acontece sem o trabalho do repórter fotográfico que reproduz na imagem a emoção de cada momento, o motorista que conduz a equipe, os editoradores que fazem a combinação do texto com a imagem, a gráfica que faz do jornal realidade, e os entregadores que levam os exemplares às bancas e às mãos dos assinantes.
Trazer as principais notícias do dia fazem parte da rotina dos jornais do Grupo MN, e também são apresentados aos leitores diariamente, de forma exemplar por uma valorosa equipe.
Porém, há algo de especial, um colorido diferente em reportagens como estas, escritas pela Claudia, que mostram como o jornalismo faz diferença para aqueles que escolheram esta profissão pela paixão por contar histórias, por tentar influir de maneira positiva na vida dos demais. Os cadeirantes Alexandre e Anderson nos mostram que os limites do corpo são pequenos diante dos sonhos, da vontade de viver e se manter ativo, e a nossa jornalista demonstra que o amor pela profissão também nos faz ir além.