O professor do Instituto de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), Márcio Scalércio, disse ontem que o líder cubano Fidel Castro, que morreu na madrugada de anteontem, aos 90 anos, em Cuba, deixa uma imagem dividida entre o político revolucionário que promoveu avanços sociais, por isso admirado, mas que também é criticado como um ditador.