A busca do horror e do ocultismo desperta em nós o desejo de conhecer, com riscos, os meandros escuros do mal. Ridicularizar o mal faz a gente se acostumar com sua carranca ameaçadora; diminuindo o medo minimizamos as consequências.
A mãe pergunta a criança: "Você quer que eu pare de contar a história de João e Maria?" "Por que mamãe?" "Porque daqui para frente a gente vai ler a da bruxa que queria assar os dois numa grande panela para comer. Não é um bom assunto para quem vai dormir"! "Isso não me assusta não, mamãe, eu sei que tudo vai terminar bem"!
Para nós, adultos, é natural viver uma história nova e não saber como termina. Poucos refletem ao alerta: "Quem semeia vento colhe tempestade". Quem se envolve com o mal sempre se dá mal.
A saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer , deu grande lucro de bilheteria nos cinemas que projetaram os filmes Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer, cujos temas abordavam jovens apaixonadas por vampiros.
A festa popular de Halloween comemora fantasmas, bruxas, esqueletos e lanternas de abóboras, no dia 31 de outubro, considerada a data máxima por todos os feiticeiros.
Nos Estados Unidos, depois do Natal, esta festa é o evento mais lucrativo do ano, movimentando em torno de 2,4 bilhões de dólares, e foi introduzida no país por volta de 1840 por imigrantes irlandeses.
A origem dessa festividade remonta ao tempo dos celtas, tendo como sacerdotes os druidas que praticavam a feitiçaria e adoravam a natureza. Eles veneravam mais de 400 diferentes deuses.
Samhain, assim chamado o "deus da morte" era homenageado no dia 31 de outubro, quando era realizado até sacrifícios humanos. Nesse dia, as almas dos falecidos, por permissão de Samhain, podiam voltar as suas moradas terrenas transformados em animais ou procuravam por um novo corpo possuindo um ser vivo. O medo de ser possuído por uma alma errante era combatido com feitiços de defesa.
A festa de Halloween é um culto satânico que se esconde por trás de uma máscara de brincadeira.