As eleições terminaram e agora os municípios já contam com os escolhidos para governarem os destinos das cidades pelos próximos quatro anos. Entre eleitos e não eleitos, a verdade é que todos buscaram fazer o melhor que entendem para o ideal de tempos mais progressistas, especialmente em um ano atípico em tantos aspectos.
Este tem sido um ano de muitos acontecimentos: políticos, econômicos e desportivos, já que nos deparamos desde com a cassação de mandato da presidente da república, crise econômica, olímpiadas e paraolimpíadas no Brasil, e agora, por fim as eleições municipais. O povo agora aguça a expectativa de mudanças, no mínimo, sinalizadoras de maior comprometimento governamental com a ética e a transparência no trato da coisa pública.
Mas o que esperar doravante? Primeiro creio que devemos analisar bem a palavra "esperar" e pensar no seu impacto em nossas vidas. Sim, esperar pode ensejar apenas a expectativa estática do que virá, mas também traduzir a expectativa aliada à iniciativa de fazermos acontecer. Todos têm o seu papel, os titulares de cargos e funções públicas tem o papel de cumprir o prometido quer ao povo e ao Estado em seu compromisso com a legalidade, sempre fazendo o que foi ajustado no contrato social estabelecido no compromisso da entrega do resultado contratado e prometido.
Agora, uma grande verdade é a que enseja o mover também do cidadão, fazendo sua parte, tendo maior iniciativa e não esperando tudo do Poder Público ou deixando-se depender deste integralmente; Não precisamos inventar a roda, pois ela já existe, mas precisamos fazê-la girar e isto só acontece com iniciativa, trabalho e persistência. Cada um de nós o fazendo, com uma visão mais positiva, certamente alcançaremos os resultados almejados ou pelo menos mais promissores, e não nos acomodemos com o findar do calendário, outro virá e a vida continua a toda velocidade... façamos a nossa parte...