Neste 10 de outubro, o Lions Clube comemora 99 anos de atividades. A data marca o encerramento da primeira convenção da organização criada por Melvin Jones. A maior organização de serviços do mundo, única com cadeira cativa na ONU, conta hoje com mais de 1.390.000 associados em 212 países. Uma rede internacional de homens e mulheres que se dedica a diminuir os sofrimentos de pessoas carentes trabalhando desinteressadamente, identificando as necessidades das comunidades onde estão alocadas e encontrando formas de prestar ajuda executando atividades de serviço, desde programas para a detecção do diabetes ou de problemas da visão até grandes iniciativas com a participação dos cidadãos e parcerias com organizações particulares, educacionais e públicas. Nesta preparação para o centenário, o Lions Clube está cada vez mais vivo em cada Leão. Mas, ser Leão não é fácil. Costumo dizer que se identifica um verdadeiro Leão por um acento gráfico: são aqueles que sabem conjugar e praticar nosso slogan internacional "Nós Servimos" ao invés do "nos servimos". Os que procuram o leonismo para conjugar o "nos servimos" - sem acento - não conseguem se adaptar ao trabalho de amar o próximo servindo. Que o digam os 223 Leões do Alto Tietê nos 9 Clubes nas cidades de Arujá, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Santa Isabel e Suzano. É um exercício constante de dedicação e compromisso voluntário, sem buscar nada em troca. Nada? Não é bem assim. Muita gente nos pergunta "o que se ganha sendo Leão?". E se ganha muito. O primeiro ganho é o sentimento de cidadania e de amar ao próximo servindo. Consequentemente aumentam nossos laços de conhecimento e amizade, o maior networking que pode existir por ser universal onde, em qualquer lugar do mundo, se identifica outro Leão através do logotipo fixado em suas vestes. É neste momento que a frase de Melvin Jones fica mais forte em nosso coração: "Ninguém vai muito longe enquanto não começa a fazer algo pelos seus semelhantes".