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A Câmara de São Paulo teve um índice de renovação de 40%, com 22 novos vereadores eleitos na votação de domingo. A coligação do prefeito eleito, João Doria (PSDB), conquistou 25 das 55 cadeiras, se tornando a maior bancada da Casa - 45% do total, com sete partidos representados.
Apesar de ter perdido a prefeitura paulistana e encolhido nacionalmente, o PT perdeu apenas um vereador, caindo de nove para oito representantes a partir de 2017. Grande parte desse resultado se deve à eleição do ex-senador Eduardo Suplicy, que se tornou o vereador mais votado do País, com 301,4 mil dos 5,3 milhões de votos válidos computados ontem na capital paulista.
O PSDB, partido de Dotia, será o maior da Câmara com 11 vereadores. PSD, PR, PRB e DEM terão quatro representantes cada um. Um dos eleitos pelo DEM foi Fernando Holiday, representante do Movimento Brasil Livre, responsável por organizar protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff.
O PSB terá três vereadores e o PMDB e o PTB, dois cada um. O PSOL, que tinha apenas um vereador, a partir do ano que vem terá o reforço de Sâmia Bonfim. Com plataforma feminista, ela foi uma das 11 mulheres eleitas.
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