Governantes passam e deixam rastros de dívidas em todas as esferas de poder. A dívida pública interna do Brasil é de trilhões. O Brasil é rico, mas a maioria das autoridades não tem consciência de patriotismo e são egoístas. Há municípios tão endividados que não conseguem pagar os seus servidores. O município de São Paulo deve bilhões ao governo federal, e o mesmo acontece com o Estado de São Paulo e com todos os Estados da Federação. É um imbróglio.
Os políticos e governantes não aprendem, a todos instante se vê na Imprensa, vereadores, deputados, governadores, prefeitos, empresários e tantos segmentos presos, sendo processados, mas, mesmo assim, não aprendem e não se assustam. Querem poder, poder e poder e muito dinheiro. É lamentável e triste tomar conhecimento que o presidente da Câmara Municipal de determinado município foi preso e outros parlamentares do Distrito Federal sendo processados.
Estes maus políticos não são brasileiros, nem patriotas ou cidadãos e não pensam no próximo, pois, o egoísmo tomou conta das suas mentes materiais e querem o domínio dos outros. É a arrogância. "As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública". (Marcus Tulius Cícero. Roma, 55 a.C.). Ora, amigos brasileiros, já se passaram 2068 anos desde Cícero e os políticos brasileiros não aprenderam. Inúmeros continuam arrogantes, assim como certos integrantes do Poder Judiciário e as dívidas aumentam constantemente. O que fazer?
No Brasil Império e no Brasil escravocrata havia os nobres que não trabalhavam e se sustentavam a custa do suor dos outros. E, atualmente, há políticos e servidores que não trabalham e se sustentam através do Estado como na Roma antiga? Sim, basta perguntar a alguns senadores da República. Os nossos governantes têm ajudado Cuba, Haiti e outras nações e os negócios com a Bolívia, Paraguai e Venezuela têm trazido prejuízos ao povo brasileiro. O que fazer?
Os eleitores brasileiros, em grande maioria, são despolitizados, vivem de braços cruzados, não estudam ou fiscalizam o poder público. Há um segmento um pouco mais politizado que diz: "votei neles para me representar, portanto, eles que governem e façam o trabalho bem feito, pois, já fiz a minha parte". Há outro tipo de eleitor descompromissado, alienado e preguiçoso. A nação não poderá se desenvolver com os incrédulos, vagabundos e aproveitadores. Seja um cidadão politizado ou cairás inerte ao solo transformando as suas massas cefálicas em simples e grotescas massas cadavéricas.