O desemprego não para de crescer no Brasil. O mais novo demitido é o ex-técnico da Seleção Brasileira de futebol, Dunga.
Alongando a fila de desempregados, Dunga e sua comissão técnica foram demitidos após a desclassificação do Brasil na primeira fase da Copa América, derrotado pelo Peru, com gol de mão.
Cunha, também já recebeu aviso prévio da Comissão de Ética da Câmara. Talvez aumente a fila em breve, assim como todos os empregados comissionados do PT que caíram com o afastamento de Dilma, que também cumpre aviso prévio.
Dunga já foi tarde, aliás nem deveria ter voltado. A seleção reflete a realidade do Brasil, um fiasco que precisa de um novo comando e de mudanças urgentes. Não dá para esquecer o vexame em casa para Alemanha, mas a seleção, naquele episódio era o fiel retrato do País.
O STF negou o pedido de prisão do trio PMDB, Jucá, Renan e Sarney, mas parece que vai acolher o pedido contra Cunha, que, além de desempregado poderá mudar de endereço em breve. O Banco Central, já tem seu novo presidente, Ilan Goldfajn, gerando esperança de que a velha política econômica, baseada na responsabilidade fiscal, abandonada pelo governo Dilma, volte.
Um mês se passou do novo governo e até agora só ouvimos os projetos, mas a construção de um novo Brasil e da ponte para o futuro ainda não saiu do papel. Todos esperamos que saia e com pressa, todos queremos atravessar essa ponte.
Temer, assim como os demais peemedebistas de escol, também foi citado na delação de Sérgio Machado, delator da Transpetro que envolveu toda a cúpula do PMDB na Lava Jato. Teria pedido propina para financiar a campanha eleitoral de Gabriel Chalita, então candidato do PMDB em São Paulo.
Assim, os já demitidos e aqueles que em breve serão, se juntarão aos mais de 11 milhões de brasileiros que já perderam os seus empregados.
Continua difícil, mas o Brasil ainda tem esperança de que a mudança venha e que o cenário mude, tanto em Brasília quanto na Seleção Brasileira.