Tomás de Aquino (1225 - 1274), segundo o teólogo e filósofo Francis Schaeffer, abriu caminho para a discussão do que, convencionalmente, é designado de "natureza e graça". Na concepção tomista, a vontade humana estava decaída, porém, não o intelecto. Dessa noção incompleta do conceito bíblico da Queda, o intelecto humano, agora independente, tornou-se autônomo, resultando, como consequência, a teologia natural que poderia ser formulada independente das Escrituras.
Com base neste princípio de autonomia, a filosofia se tornou livre e se separou da revelação divina, para voar nas asas do seu próprio pensamento; o mesmo aconteceu no mundo da arte, da música e da educação secular. Linhas paralelas da razão, não relacionadas com a fé.
Num diagrama, Francis Schaeffer, coloca no andar superior a Graça; nele, Deus, o Criador, fez o Céu e as coisas celestes; o invisível e sua influência na terra; a alma humana; a unidade. No andar inferior, chamado de Natureza, temos a Criação; a terra e as coisas terrenas; o visível e o que fazem a Natureza e o homem na terra; o corpo humano; a diversidade.
A Natureza começou a disputar a autoridade com o andar superior e, quanto mais se fazia autônoma, mais se esforçava para "devorar" a Graça, numa disputa aguerrida pelo poder. Nos dias atuais, a natureza agressiva e desrespeitosa de Arnaldo Jabor tentou "devorar" a Graça em sua crônica matinal na CBN, criticando e ridicularizando o indicado por Michel Temer para ocupar o Ministério da Ciência e Tecnologia, por ser um cristão que aceita o Criacionismo.
Será que o Jabor estudou o Criacionismo científico? Evitando, assim, de ofender, sem conhecimento, a fé racional e científica dos cristãos criacionistas.
O cientista Adauto Lourenço, em seu livro "Como Tudo Começou", nos mostra provas cientificas suficientes a respeito da veracidade bíblica da criação do mundo.
Jabor, você prefere ter o mau gosto de ter vindo da evolução de uma ameba, ou de um belo casal criado pelas sábias e harmoniosas Mãos de Deus? Pense!