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Os representantes de centrais sindicais que se reuniram com o presidente interino, Michel Temer, chegaram ao Palácio do Planalto manifestando preocupação com a proposta defendida pelo novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de criar uma idade mínima para aposentadoria.
Os sindicalistas avaliam que há uma série de medidas que podem ser tomadas antes de se pensar em alterar as regras da previdência, e repetem a defesa de que os trabalhadores não podem pagar a conta da crise econômica.
Grandes entidades que representam a categoria e condenaram o processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, não participaram do encontro. É o caso da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Na opinião do deputado Paulinho da Força (SD-SP), presidente da Força Sindical, que participou do encontro, para resolver a situação há outros caminhos como o fim das desonerações e a regularização dos jogos com direcionamento de impostos para a Previdência. "Idade mínima é uma coisa de maluco. Como vamos aceitar hoje discutir idade mínima? Ela penaliza aqueles que começam a trabalhar antes. Tem que ver quais são setores da previdência que estão tendo problema. O governo está entrando hoje. Então tem que entender primeiro para depois falar de reforma", disse.
Na última sexta-feira, o ministro da Fazenda confirmou que haverá idade mínima. (A.B.)
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