Muitas vezes, se torna imperativo um fogo novo para impedir que se instale a comodidade, o estancamento e a indiferença. Afinal, é preciso algo motivador para que continuemos a caminhada, tal qual o Fogo de Pentecostes, capaz de nos livrar do cansaço, sobretudo aquele que enfraquece a nossa mente e a alma.
No dia a dia, não é raro sermos acometidos por desânimos, pela resistência das pessoas, pelas atitudes que em nada alavancam a humanidade. Contudo e, talvez, felizmente, temos de aprender a conviver com isso para, inclusive, exercitarmos a tolerância e até para depurarmos o espírito.
Costumo dizer que quando reconheço que estou fraca, aí sou forte em Deus, que me alimenta de modo providencial. Assim, temos de estar abertos e prontos para essa renovação.
Nada melhor, inclusive, do que encher o coração com o fogo do Divino Espírito Santo, adquirindo, de maneira sintomática, uma coragem que nos capacita a enfrentar o mundo de frente. E é com a cabeça erguida que devemos aceitar a renovação, melhor ainda se for com entusiasmo.
Quer coisa mais mágica do que entrar num ambiente fechado, carregado, desprovido de claridade e do ar puro do dia e abrir suas janelas e portas, permitindo com que a luz entre e recicle as energias que ali estão? É maravilhoso! Apesar de ser o mesmo, tudo pode ser tornar novo e, sobretudo, melhor!
Essa vivacidade, essa capacidade de renovação costuma ser mais comum entre os jovens e mais rara em pessoas mais maduras, que, geralmente, se recusam a vivenciar o novo, de novo. No entanto, nunca é tarde para o recomeço.
Confesso, porém, que, mesmo adepta do chá antes de ir para cama, um bom copo de leite com mel também me revigora muitíssimo, mas não tanto quanto me preenche o espírito uma boa oração e uma envolvente leitura.
E você, leitor, tem alguma receita especial para renovação do seu corpo e da sua alma? Não deixe de compartilhar isso com quem está ao seu lado. Fazer o bem também nos concede um novo fôlego. Até a próxima!