Em 25 de novembro, celebrou-se o Dia Nacional do Doador de Sangue. A palavra doação, por si, já expressa uma das iniciativas mais generosas que uma pessoa pode oferecer a alguém. Assim, a data, além de homenagear aqueles que reservam um tempinho do seu dia para doar sangue, reforça a importância deste ato que revela compaixão pelo próximo e que, ainda, pode salvar milhares de vidas todos os dias.
No Brasil, o Dia Nacional do Doador de Sangue foi estabelecido em 30 de junho de 1964 pelo presidente da época, Castello Branco. Entretanto, 25 de novembro, quando se celebra o aniversário da fundação da Associação Brasileira de Doadores Voluntários de Sangue, foi definida como o dia oficial do doador de sangue.
Orientações
Quem tem interesse em ser um doador precisa ter entre 16 e 68 anos, já os menores de 18 anos necessitam da autorização dos responsáveis. Pesar no mínimo 50 quilos, ter boas condições de saúde, esperar de 6 a 12 meses após fazer uma tatuagem, não estar com febre ou gripado no dia da doação, ter documentos de identidade com foto e não ter histórico de doenças, como hepatite, doenças de chagas, malária ou DSTs.
Como doar?
Se estiver tudo certo para todas essas condições, basta procurar um banco de coleta de sangue mais próximo à sua casa. Eles podem ser de hospitais da rede pública ou particulares. Leve um documento com foto e não compareça em jejum. Se a doação for feita após o almoço, deve ser dado um intervalo de três horas.
É preciso ficar atento ainda quanto ao período de uma doação e outra. Os homens podem doar quatro vezes ao ano, com intervalo de dois meses entre uma e outra doação. Já as mulheres podem doar três vezes ao ano, com intervalo de três meses entre uma e outra doação.
Tipos sanguíneos
O sangue de uma pessoa é classificado em grupos e subgrupos, sendo os mais importantes o ABO (A, B, AB e O) e o Rh (positivo e negativo). No Brasil, os grupos sanguíneos mais comuns são o O e o A. Além disso, o tipo O- (negativo) é considerado o mais difícil de ser encontrado e ele é conhecido como doador universal, uma vez que qualquer pessoa pode receber esse sangue. O AB+ (positivo) é o receptor universal, ou seja, pode receber sangue de qualquer um. O O+, por sua vez, é considerado o mais comum e mais usado em caso de transfusão.
Agora que você já sabe como funciona, que tal multiplicar essa informação e contar aos seus familiares e amigos a importância desse ato? E até incentivá-los a fazer uma doação?