Diante da crise política e econômica, 2016 foi um ano de desafios para os mais variados segmentos e, segundo o presidente do grupo Frontispício das Artes, Zeti Muniz de Queiroz, para a Cultura não foi diferente. “ Não foi um bom ano, além da perda do nosso amigo e artista plástico Umberê, foi um período de atribulações políticas que sempre são refletidas, principalmente em nossa cultura”.
Apesar dos percalços, o grupo foi destaque nos eventos que participou, com premiações no Salão de Belas Artes das cidades de Rio Claro e Piracicaba, ambas no interior de São Paulo, e
Jacarezinho (PR) e Resende (RJ). “Vivemos dois momentos grandiosos, em dois convites memoráveis. Um foi a participação da equipe na programação no Rio das Artes, em Piracicaba. Todos ficaram maravilhados ao pintar à beira do rio Piracicaba. Outro convite foi de um colégio da nossa cidade que nos homenageou com seus alunos em uma exposição de releituras das obras de nossos artistas”, destaca.
E, na mostra “Arte Paulista para Paulistas”, na capital, todos os artistas receberam menção honrosa. Para Queiroz, a maior conquista do ano, porém, foi a inauguração da Livraria e Galeria de Artes Boigy, realizada em janeiro do ano passado, e a inauguração da Pinacoteca, que se tornou uma vitrine das Belas Artes da Cidade. (K.B.)