Um problema que despertou a atenção na escola estadual foi a descoberta de alguns casos de automutilação, ou seja, tentativa de suicídio por parte de alguns estudantes, e por inúmeros os motivos, dentre eles a depressão. O registro deixou o grêmio em alerta para fazer algo para acabar com o problema. Eles estão organizando palestras sobre o tema e com convidados que já passaram por situações delicadas e, com força de vontade e superação, as superaram. "Esse debate é importante, pois essas pessoas são exemplos de que é possível superar um momento difícil. As palestras sempre discutem algo que sentimos a necessidade de levar para a escola. Já falamos sobre gravidez precoce, bullying, racismo e autoestima. Além desses eventos, conversamos com os alunos que estão passando por alguma dificuldade e oferecemos o nosso apoio", enfatiza o presidente.
Para a diretora, Argentina de Assiz Loures Quintão, o grêmio colabora ativamente com a escola, ajudando-a a amenizar conflitos, organizar os eventos, aproximar os alunos uns dos outros e criar um ambiente harmônico. "O grêmio traz vida à escola, os alunos realizam várias ações e movimentam o nosso trabalho. É uma instituição que todas as escolas deveriam apoiar. Eu aderi à gestão participativa, e eles fazem parte desse processo. Eles me ajudam a resolver muitos problemas", enfatiza.