A roda da fortuna entra em cena na abertura do Festival de Inverno de Mogi das Cruzes deste ano. Com cerca de 300 músicos no palco, a Orquestra Sinfônica Jovem de Mogi das Cruzes vai apresentar a célebre "Carmina Burana", de Carl Orff, com grupos e solistas convidados, amanhã, às 20h30, no Cemforpe (rua Antenor Leite da Cunha, 55, Nova Mogilar). O ingresso deve ser trocado por um brinquedo novo. A regência é do maestro Lelis Gerson. 
Participam do concerto, além da Orquestra Sinfônica Jovem, o coral Jovem de São José dos Campos, o coral da Escola de Música de São Paulo, o coral Musicativa de Mogi das Cruzes e o coral Canarinhos do Itapety. Entre os solistas convidados estão a soprano Marly Montoni, o sopranista Bruno de Sá, o barítono Rodolfo Giugliani.
Os ingressos para assistir ao espetáculo serão trocados por um brinquedo novo até esta quinta-feira. A troca deverá ser feita no Centro Cultural de Mogi das Cruzes, localizado na praça Monsenhor Roque Pinto de Barros, 360, no centro, das 8 às 18 horas. Os brinquedos arrecadados serão doados à Campanha Natal de Sorrisos, realizada pelo Fundo Social de Solidariedade de Mogi das Cruzes.
"Carmina Burana" é uma das peças mais conhecidas da música erudita. Escritos, sobretudo, em latim medieval, os poemas e textos dramáticos manuscritos da Idade Média foram musicados em 1935 pelo compositor alemão Carl Orff. O movimento de abertura e fechamento "O Fortuna", é bastante utilizado em filmes e eventos.
Orquestra
Fundada em 2002, a Orquestra Sinfônica Jovem de Mogi das Cruzes e é gerenciado pela Associação Orquestra Sinfônica de Mogi das Cruzes, entidade sem fins lucrativos. O projeto, que conta com subvenção municipal e apoio da Secretaria Municipal de Cultural, atende a mais de 300 crianças de mais de 50 bairros de Mogi, com o objetivo de promover a inclusão social por meio da música.
Fazem parte do mesmo projeto a Orquestra Juvenil Minha Terra Mogi, a Banda Boigy, a Camerata de Cordas e o Quarteto de Cordas, sendo a Orquestra Jovem o braço mais avançado, com a participação de profissionais e também de ex-alunos. Integrante do projeto desde o início, Lelis Gerson destaca que a Orquestra Jovem tem desempenhado um importante papel de difusão cultural, com a formação de público ao repertório erudito.