Escritora, contista, colunista, cronista, roteirista e, às vezes, contadora de histórias, a mogiana Adriana Rocha há oito anos atua como artista independente. Neste sábado, a partir das 15 horas, ela lança o livro "Quase Tudo Bem...", na Livraria Boigy, localizada na rua José Bonifácio, 485, centro de Mogi. O livro poderá ser adquirido no local com preço promocional.
"Acredito piamente que os livros podem mudar vidas e eu desejo transformar de alguma maneira a vida das pessoas com as letras. Com 'Quase Tudo Bem...' encontrei uma possibilidade para conquistar isso". A escritor conta que começou a gostara de ler na infância.
Peguei gosto pela leitura ainda criança, eu não tinha 5 anos e já sabia ler. "Foi aí que começou a minha carreira, ainda me lembro do meu primeiro caderno de poesia".
Ela relembra que conquistou o primeiro prêmio com sua arte antes dos 15 anos, e outros mais vieram. Porém, a vida a levou por outros caminhos. "Construí família, estudei enfermagem, trabalhei na área, mas eu não estava feliz com minha escolha profissional, e resolvi me dedicar a escrita", revela. Por três anos, ela manteve um blog, onde escrevia sobre poesias, contos, atualidades, entre outros temas. "Entendi que era o que eu queria fazer, mas, só pude publicar meu primeiro livro em 2009".
No ano de 2013, Adriana recebeu o Prêmio Jovem Brasileiro, como destaque na categoria Literatura. No ano seguinte, foi agraciada com o terceiro lugar na categoria Contos na cidade de Sintra, em Portugal. Recentemente, ela recebeu o prêmio de Honra ao Mérito Cora Coralina, da Academia de Letras de Goiânia, pela contribuição cultural no ano de 2015 e também neste ano.
O romance "Quase tudo bem..." é seu sexto livro, e deve ser o primeiro da série de sete publicações. Classificado pela autora como um "romance motivacional", a expectativa é que a obra faça com que as pessoas encarem a vida com mais leveza.
No livro, a personagem principal passa por situações comuns, e mostra que muitas vezes, é preciso olhar de uma maneira especial para a vida nos momentos turbulentos, para que conseguir ver mais beleza, mesmo nos dias mais cinzas.