A Prefeitura de Mogi das Cruzes reforçou o policiamento nos jogos da Copa São Paulo de Futebol Júnior realizada no Estádio Municipal Francisco Ribeiro Nogueira, o Nogueirão, na Vila Industrial. O esquema de segurança reforçado é adotado desde a última edição, já que em 2016, um grupo de torcedores da Torcida Tricolor Independente protagonizaram cenas que acabaram com depredação do estádio mogiano.
O processo em que a administração municipal pede indenização pelos prejuízos está em andamento há dois anos. A Procuradoria Geral do Município informou que a ação está na 7ª Vara Civil. No momento "A Prefeitura aguarda a análise de sua solicitação para que o presidente do São Paulo Futebol Clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, seja ouvido".
A segurança no estádio Nogueirão é garantida por um esquema que conta com a participação conjunta da Guarda Municipal e da Polícia Militar. A primeira rodada realizada na quarta-feira, com os jogos do União Mogi x Trindade (Goiás), e Grêmio x Bragantino, contou com a presença de aproximadamente 40 profissionais que atuaram no esquema de segurança.
Além do efetivo da Guarda Municipal e da Polícia Militar, a administração municipal disponibilizou a Unidade Móvel de Monitoramento, que é utilizada em grandes eventos do município, ao estádio Nogueirão, para auxiliar no trabalho de segurança.
A primeira rodada no local foi acompanhada por cerca de 4 mil pessoas (leia mais nesta página).
Ação
A Polícia Militar deteu na noite de quarta-feira, cerca 150 integrantes de uma torcida organizada do São Paulo por suspeita de planejarem uma briga após uma partida no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, pela Copa São Paulo. A Polícia informou que foram apreendidos soco ingleses, pedaços de pau e barras de ferro. Os torcedores prestaram depoimento e foram liberados. Ninguém se feriu. O time paulista jogou contra o Cruzeiro (Distrito Federal).