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O técnico Cuca alterou a rotina do Palmeiras ontem e pediu para dar entrevista coletiva O motivo da decisão do técnico foi um manifesto da principal torcida organizada do clube, a Mancha Alviverde, que pediu a saída dele. Em mais de 40 minutos de conversa com os jornalistas, o treinador reiterou que não sai do comando do time e defendeu o presidente do clube, Mauricio Galiotte, e o diretor de futebol palmeirense, Alexandre Mattos, que também estão sob pressão.
O clube havia designado anteriormente uma entrevista coletiva do lateral-direito Jean, que foi substituída para que o treinador pudesse dar explicações sobre o momento conturbado vivido pelo time depois da derrota por 2 a 0, sofrida no último domingo, para a Chapecoense, em casa. "Foi por isso que vim aqui hoje (ontem). Em um momento desse, é ruim deixar um jogador vir aqui hoje para responder certas perguntas que ele nem vai ter o que falar", disse Cuca. "Tenho certeza de que vamos reverter (a fase complicada) juntos. Já fiz mais de mil jogos como treinador, passei por turbulências muito piores e não me entrego", completou.
Cuca vive pressionado desde as eliminações na Copa do Brasil, para o Cruzeiro, e na Copa Libertadores, para o Barcelona, do Equador. (EC)
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