O Mogi das Cruzes/Helbor enfrenta o Caxias do Sul pelo NBB Caixa (Novo Basquete Brasil) hoje, às 20 horas, no Ginásio Hugo Ramos. Os mogianos entrarão em quadra sem Caio Torres, que segue em tratamento da contratura muscular no adutor da coxa direita, e Tyrone Curnell, que foi punido com dois jogos de suspensão pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), por conta de uma suposta agressão no ala Marcelinho Machado, do Flamengo, no jogo do dia 17 de janeiro. A partida será transmitida ao vivo pela página da LNB (Liga Nacional de Basquete) no Facebook.
Com os resultados de anteontem, o Mogi/Helbor está na quinta posição, com 10 vitórias em 16 jogos, e o Caxias ocupa o penúltimo lugar no NBB, com apenas três triunfos em 17 partidas. Para o técnico Guerrinha, a colocação do adversário não significa que a sua equipe terá vida fácil no Hugão. "O campeonato tem mostrado isso. Independente da colocação, nós já passamos isso, nem vou falar na pele, mas na carne e no osso, com o Macaé, que estava abaixo e nos tirou uma vitória aqui. Teve várias situações dessas no NBB. Por isso que o campeonato está bem disputado e equilibrado. O nono e o décimo estão a uma pequena distância do terceiro e quarto, que estão a duas vitórias dos líderes. Isso mostra que todo jogo vale muito. Lógico que o Vasco é mais forte que o Caxias. Tem jogadores mais prontos, mais experientes. É uma equipe mais acostumada a decisões, mas o Caxias vem de duas vitórias. Teve a dificuldade de início no NBB porque não tem um campeonato regional forte, ao contrário da gente, que ainda disputamos a Liga Sul-Americana, que desgasta, mas dá mais ritmo de jogo", ressalta o treinador.
Com as ausências de Tyrone e Caio, o técnico já vem treinando variações na defesa com o pivô Gerson do Espírito Santo e os alas-pivôs Fabricio Russo e o jovem Felipe Franklin. "O pivô titular será o Gerson e o Fabricio entra na posição quatro. O que falta para a gente é revezamento. Claro que a gente perde muita qualidade com a saída do Caio e do Tyrone, jogadores de nível internacional, perder dois de uma vez é grave para equipe, pesa. Mas a gente está aqui para falar de soluções. A gente já estava treinando variações de defesa. Taticamente nós temos o Franklin, que é sub-19, para a função cinco, mais pesado, e temos o Shamell, que já vinha fazendo a função quatro no Paulista. O Franklin é um jogador ainda sem experiência, mas todo mundo vai ajudar e a equipe vai crescer de outra forma", explica Guerrinha.