Aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela presidência, o Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece a implantação da BNCC até junho de 2016.
Um grupo de 116 pessoas, composto de educadores, técnicos de secretarias e pesquisadores de 38 universidades, fica responsável pela elaboração do texto. No mês seguinte, o Ministério da Educação (MEC) lança o portal da Base, com informações sobre os avanços do documento e possibilidade de participação popular.
Representantes do MEC anunciam o adiamento da elaboração da Base para o Ensino Médio (EM) até que seja aprovada a reforma dessa etapa de ensino.
16/9/2015 a 15/09/2016
Realização da primeira, segunda e terceira versões da BNCC após audiências realizadas nas cinco regiões brasileiras e consulta público no portal da Base. O documento foi construído coletivamente e por diferentes segmentos da sociedade. A sistematização da proposta foi discutida em seminários organizados em todos os Estados.
Reinício das discussões sobre a Base do EM. O processo seguirá os mesmos trâmites daqueles realizados para a Educação Infantil (EI) e Ensino Fundamental (EF).
Apresentada a última versão do texto da Base da EI e do EF, o documento segue para aprovação do CNE, que irá realizar audiências públicas em todas as regiões. O CNE irá emitir um parecer sobre o documento.
Após o parecer, a BNCC será homologada pelo MEC e se tornará obrigatória. A partir daí, ela orientará a revisão dos currículos estaduais e municipais, a formação dos professores e a adequação de materiais didáticos e avaliações externas. O ministério estima que esse processo dure dois anos.
Fonte: Movimento pela Base Nacional Comum Curricular.