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A área central de Mogi das Cruzes passou por mudanças no trânsito e as alterações não foram bem recebidas por boa parte dos motoristas e pelas associações que representam as categorias.
A instalação do semáforo em frente à Estação Mogi das Cruzes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) dividiu opiniões. Para o presidente da Associação de Motoristas por Aplicativo da Região do Alto Tietê (Amarati), Maicon Silva, o farol no local não alterou o fluxo de veículos, até porque, as paradas já ocorriam para a travessia de pedestres.
Além disso, ele afirmou que, por vezes, o volume de veículos no local ocorre pois, nas vagas destinadas ao embarque e desembarque, a saída de carros é comprometida, devido à pequena distância entre o espaço dos veículos e a faixa de pedestres.
Já a Associação de Motoboys de Mogi das Cruzes e região afirmou que o semáforo implementado no local auxilia no regramento do trânsito.
O maior problema do local é em relação às vagas para embarque e desembarque, que foram limitadas recentemente em frente à praça Sacadura Cabral. Atualmente, os motoristas só podem parar depois da entrada da rua Princesa Isabel de Bragança e, para retornar à estação, caso queiram pegar outro passageiro, precisam seguir até a rua Basílio Batalha e dar a volta pela professor Flaviano de Melo.
"O semáforo em si ajuda, mas naquele ponto da estação não há vagas para embarque e desembarque. Com isso, somado ao desrespeito de alguns pedestres, a região fica caótica para o trânsito, trazendo risco para todos", disse a associação, por meio de nota. (F.A.)
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