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Segundo os últimos dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde, a OMS, existem 28.060 casos confirmados de coronavírus na China, com mais de 560 mortes. Fora da China, existem 225 casos em dezenas de países, com uma morte registrada nas Filipinas. Os números são alarmantes.
A organização mundial não conhece a fonte do surto, não sabe qual é o seu reservatório natural nem entende adequadamente sua gravidade ou potencial de transmissão. Também não há vacina para prevenir infecções nem antibióticos para tratar pacientes, o que tem gerado alertas em todo o mundo.
No epicentro do surto de coronavírus, em Wuhan, as máscaras cirúrgicas estão sendo usadas por cristãos para a propagação do Evangelho.
As máscaras não apenas ajudam a prevenir doenças, mas também podem impedir ações judiciais pelo governo chinês, pois elas ajudam a ocultar a identidade dos cristãos enquanto falam de Jesus para as pessoas nas ruas.
Estima-se que haja 100 milhões de cristãos na China, que enfrentam perseguição religiosa do regime comunista. Por esse motivo, a maioria atua discretamente.
A correspondente da CBN News na Ásia, Lucille Talusan, disse que o povo de Wuhan se tornou mais receptivo a Cristo diante da epidemia de coronavírus.
Ela informou que há cristãos de um ministério em Wuhan que saem às ruas. "Eles são muito corajosos", disse. "Distribuem máscaras e dizem que são cristãos e compartilham o amor de Cristo e apontam para Jesus como fonte de esperança para eles, suas famílias e toda a China... Isso é realmente um avanço", completou.
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