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O nigeriano Chijioke Anthony Okafor foi preso anteontem por associação ao tráfico de drogas e cárcere privado na rua Dona Áurea Martins dos Anjos, no distrito de Jundiapeba, em Mogi das Cruzes. A Polícia Militar recebeu uma denúncia da Polícia Federal de Santa Catarina, informando que o estrangeiro mantinha mulheres sob seu poder e que elas seriam utilizadas como "mulas", transportando drogas para outros países.
No local, os policiais ouviram uma pessoa chorando e a voz de uma mulher. Eles romperam o cadeado da casa e entraram. No quintal foram encontradas duas mulheres. Em outro cômodo estava Okafor. Segundo os policiais, o homem alegava não compreender o português.
Após vistoria da PM foram encontrados 12 pinos com pó na cor branca, além de seis pacotes contendo o mesmo pó, utilizado para simular a ingestão de entorpecentes nas vítimas para o transporte.
As mulheres são moradoras do Estado do Pará e disseram aos policiais que chegaram a Jundiapeba há dois meses, após convite para trabalhar em São Paulo. Explicaram também que foram levadas a Guaianazes, bairro da zona leste da capital, onde teriam sido obrigadas a vestir roupas intimas com "recheio" de pó branco. Elas informaram que foram orientadas sobre transportar as drogas para a Itália.
Uma das mulheres contou que Okafor tentou forçá-la a aceitar a introdução dos produtos e que isso lesionou as partes íntimas de seu corpo.
Okafor foi preso por cárcere privado e associação ao tráfico de drogas. As vítimas foram encaminhas para exames de corpos de delitos e acolhidas pela Assistência Social de Mogi.
(*Texto supervisionado pelo editor.)
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